Subsídio de Natal: As melhores formas de o colocar a render!

O Natal está a chegar. E, para muitos portugueses, o subsídio já está na conta. Parte tem como destino as prendas para família e amigos, mas sobra sempre um dinheiro extra. O que fazer? Conheça as melhores propostas para o colocar a render.

Com o final de Novembro, chega o tão desejado subsídio de Natal. Na prática, em vez de um, os trabalhadores por conta de outrem recebem dois ordenados. Se for um casal, é um pequeno “euromilhões”. Dinheiro que, habitualmente, já tem destino: as prendas, tanto para a família como para os amigos. Mas uma boa gestão do orçamento permite sempre alguma poupança. Então, o que fazer com esse excesso? Há muitas opções, todas elas capazes de gerar retornos interessantes.

Desde os “tradicionais” depósitos a prazo, passando pelos certificados de aforro, e outros produtos de poupança e investimento, são vários fins que pode dar ao subsídio. Especialmente se a este somar outras poupanças que tenha conseguido amealhar ao longo do último ano, já que com a queda das taxas de juro, para mínimos históricos, a generalidade das famílias viu o rendimento disponível crescer. Como? A prestação da casa baixou.

Porque não juntar esse dinheiro ao do 14º mês e utilizá-lo para amortizar a dívida que tem no banco com o seu crédito à habitação? O Negócios calculou o impacto de uma redução de 2.500 euros num empréstimo de 100 mil euros, para um prazo de 30 anos, e com um “spread” de 0,7%. À semelhança de muitas outras famílias em Portugal, o juro a pagar está indexado à Euribor a seis meses, neste caso a média de Novembro.

Por mês, vai gastar menos 8,88 euros. É pouco. Mas a poupança tem de ser vista num prazo mais longo. Ao final de um ano, conseguirá poupar mais de 100 euros, e como diminui o capital em dívida, quando os juros subirem o impacto será menor no seu rendimento. Mesmo assim, não lhe pareceu interessante? Então compare com os retornos que consegue com um depósito ou um certificado de aforro.

Dado o actual contexto de taxas de juro, a generalidade dos produtos de poupança com baixo risco, ou mesmo sem risco, é baixa. Daí que estes sejam menos apelativos. É o que acontece com os certificados, cuja rendibilidade está dependente da evolução da Euribor a três meses, indexante que tem vindo a fixar novos mínimos históricos.

Neste cenário, aplicar os mesmos 2.500 euros neste produto de poupança iria gerar um ganho de pouco mais de 21 euros, isto assumindo a manutenção da taxa aplicada aos certificados que em Dezembro será de 0,875% para as novas subscrições. Contudo, se o seu objectivo for o de investir no longo prazo, pode ser uma hipótese a considerar, até porque ao contrário doutras aplicações, neste é premiada a fidelidade.

Também nos depósitos a prazo as aplicações de três ou mais anos surgem como as mais apelativas. No melhor dos casos, conseguirá remunerações brutas anuais de quase 4%, mas o retorno cai para quase metade, isto se esses mesmos 2.500 euros foram aplicados em poupanças a um ano.

Contas feitas, no limite, conseguirá uma mais-valia com esta aplicação que mais não dá que para uma das muitas prendas do Natal de 2010. Retorno idêntico terá com os fundos de tesouraria, uns dos preferidos dos portugueses. Neste caso, o risco do investimento existe. Mas é baixo, já que estes fundos “apostam” essencialmente em instrumentos financeiros de curto prazo, como papel comercial, depósitos no mercado monetário interbancário, e bilhetes do tesouro.

Fonte: negocios.pt

Leroy Merlin vai empregar mais 700 pessoas!

Empresa de bricolage abre quatro novas lojas em 2010

A multinacional francesa de bricolage Leroy Merlin, anunciou esta quinta-feira a abertura de quatro novas lojas até ao final do próximo ano. Segundo a agência Lusa, a multinacional especializada em bricolage, construção, decoração e jardim vai criar cerca de 700 novos postos de trabalho.

Em comunicado, a empresa sublinhou que o investimento global foi de 60 milhões de euros e as novas lojas estarão situadas em Lisboa (Amadora, Alfragide) e no Porto (Maia e Matosinhos).

A loja de Alfragide reabriu as portas na última sexta-feira, após ter sido submetida a uma remodelação, tendo agora oito mil metros quadrados.

Para se candidatar, clique em: http://www.leroymerlin.pt/lmpt/bricolage/emprego/emprego.html?page=3

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

CyberMonday chega a Portugal com descontos em 50 lojas!

Adeptos das compras «online» vão poder comprar 200 produtos de cerca de 50 lojas.

A maior festa de comércio electrónico do mundo – o CyberMonday – chega segunda-feira a Portugal, dia a partir do qual os portugueses vão poder usufruir de descontos até 50% nas suas compras «online» em cerca de 50 lojas.

Durante uma semana, até 6 de Dezembro, os adeptos das compras «online» vão poder comprar 200 produtos de cerca de 50 lojas no CyberMonday.pt, afirmou à Lusa Sónia Files do KuantoKusta.pt, empresa responsável pela edição portuguesa do norte-americano CyberMonday.

A responsável adiantou ainda terem recebido propostas de mais de 100 lojas, mas optaram por seleccionar apenas 50 com 200 produtos que «garantem as melhores promoções».

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

«Dia sem compras»: Um apelo à contenção no consumo!

Natal está a chegar e é preciso combater efeitos da publicidade.

Um dia inteiro sem comprar absolutamente nada é o desafio que várias organizações lançam aos consumidores este sábado, «Dia sem compras», assinalado em Portugal com iniciativas de rua de reflexão sobre o consumismo «desenfreado».

O «Dia sem compras» nasceu nos Estado Unidos há mais de uma década. A meta passa por combater os efeitos da publicidade ao consumo, e em Portugal a data é assinalada desde o início da década pela organização ambientalista GAIA – Grupo de Acção e Intervenção Ambiental.

João Aguiar, activista do GAIA, disse à Lusa que o dia foi escolhido pelos norte-americanos, e «copiado» para Portugal, por ser no fim-de-semana a seguir à Acção de Graças e anterior ao Natal, uma altura de elevado consumo.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

PEC – Pagamento Especial por Conta extinto!

Extinção cortará 300 milhões de euros por ano aos cofres do Estado

O pagamento especial por conta (PEC), que funciona como uma colecta mínima para todas as empresas, vai ser extinto. É que o diploma do CDS-PP para reduzir o pagamento por conta e suspender a vigência do PEC foi aprovado com o voto a favor do CDS, PSD e PCP. PS votou contra e BE absteve-se.

A oposição aprovou ainda um projecto de lei do CDS-PP que obriga o Estado a reembolsar o IVA no prazo de 30 dias e outro que prevê o pagamento de juros de mora pelo Estado pelo atraso no cumprimento de «qualquer obrigação pecuniária».

Os projectos do PCP para «eliminar o PEC» e baixar os prazos de reembolso do IVA mereceram igualmente o voto favorável de todas as bancadas, à excepção do PS.

Do pacote «anti-crise», diz a Lusa, foi chumbada a proposta do PSD para reduzir a taxa social única suportada pelos empregadores.

Recorde-se que o limite mínimo do PEC foi reduzido pelo Executivo de José Sócrates, no âmbito das medidas anti-crise, mas a oposição considera que o encargo não se justifica.

A sua extinção cortará 300 milhões de euros por ano aos cofres do Estado.

Recorde-se que o PEC foi criado no período de António Guterres, mas foi no Governo de Durão Barroso, que ganhou mais força, quando Manuela Ferreira Leite resolveu aumentar substancialmente os valores. O PEC desaparecerá do sistema fiscal em Janeiro de 2010.

 Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Stockmarket arranca hoje em Lisboa!

Mercado vai ter inúmeras marcas e tipo de artigos com descontos até 70% 

14ª edição do Stockmarket arranca esta sexta-feira à tarde em Lisboa e prolonga-se até Domingo, no Pavilhão do Rio – Centro de Congressos de Lisboa. No próximo fim-de-semana, o mercado para escoamento de stocks segue para o Norte do país.

«Esperamos atingir as 25 mil pessoas nesta edição em Lisboa porque temos tido uma óptima recepção», referiu à AF a directora-geral da Banzai, empresa que organiza o evento.

Dolce & Gabbana, Gucci, Prada, Jimmy Choo, Armani, Adidas, Nike, Lacoste, Billabong, Quiksilver, Diesel, Swatch, Petit Patapon, Melissa, Hello Kitty e Pucca são algumas das marcas com artigos até 70% mais baratos.

«Quem é que não vai querer poupar quando um artigo que custa 300 euros pode custar 50 euros, afirmou Carla Sousa, que considera que a crise poderá ser um ponto a favor.

E acrescentou: «Quem perder o Stockmarket é porque não tem quaisquer problemas financeiros. É um evento incontornável até porque, com a crise, acho que o consumidor está muito mais atento à gestão do seu orçamento».

Esta sexta-feira, o «preview» será das 17h às 22h, com uma entrada a 20 euros. Já no sábado e domingo, o bilhete vai custar 5 euros por dia, com descontos para família e estudante. A entrada é gratuita para as crianças até aos 11 anos, idosos a partir dos 65 anos e pessoas de mobilidade reduzida. No dia 28 de Novembro, o expediente será das 10h às 20h e dia 29 de Novembro das 12h às 20h.

De 4 a 6 de Dezembro, o Stockmarket vai estar na Exponor, em Matosinhos. Aqui, o seu âmbito vai ser alargado a novos sectores como o mobiliário, decoração, têxteis-lar, jóias, vinhos e iluminação.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Sonae abre centro comercial na Maia e cria 550 empregos

Abertura ao público esta Quinta-feira.

A Sonae abre ao público esta quinta-feira, dia 26 de Novembro, o novo Centro Comercial Maia Jardim, criando assim 550 postos de trabalho directos.

O «shopping» vai incluir as insígnias do Grupo como Continente, Worten, Worten, Mobile, SportZone, entre outros.

«A abertura do Maia Jardim é mais um passo na estratégia de crescimento da Sonae, que assenta em três vectores: dinamizar a economia, prosseguir o crescimento orgânico e continuar a oferecer ao cliente a melhor proposta de valor, sempre em sintonia com o mercado», refere a empresa em comunicado.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Saiba como poupar 300 euros nas contas de casa!

Deco comparou 45 tarifários das 6 operadoras que oferecem serviço de internet, televisão e telefone.

Falta de transparência na informação prestada ao cliente e falta de indicações claras em relação a preços são alguns dos problemas detectados no estudo da Deco, que analisou 45 tarifários de 6 operadoras que oferecem serviços triplos (televisão, Internet e telefone).

O documento sublinha que, apesar da fibra óptica ser a novidade deste ano, a maioria das pessoas continua a não ter acesso, podendo apenas optar por cabo e ADSL.

Por isso, a Associação de Defesa do Consumidor aconselha os clientes a procurar informações junto das operadoras, tendo em conta o tipo de perfil de utilizador dos serviços, sendo que, segundo a nota, é possível poupar até 314 euros por ano.

Para um perfil de utilização reduzida (cliente que necessite de poucos canais, faça poucas chamadas e use a Internet para ler e-mails e fazer pesquisas), a operadora mais em conta é a AR Telecom tv.net.tel 5Mb (24,71 euros), já que a poupança em relação ao Meo Total 5 (50,90 euros) é de mais de 26 euros por mês.

Se a utilização for moderada, o Vodafone Pack TV Base é o mais barato (46,70 euros), enquanto que o Meo Fibra Total 20 custa 64,50 euros (o mais caro).

Para uma família que faça uma utilização intensiva do serviço triplo, o melhor mesmo é escolher o Clix FIBRA Pack XL, que tem um custo de 65,60 euros, menos 12,50 euros do que a solução oferecida pela Meo Fibra Total 50.

Truques para fazer a escolha certa

A primeira coisa a fazer é mesmo contactar as várias operadoras do mercado e analisar os preços em função da utilização dos três serviços.

Caso lhe sejam oferecidas promoções, a associação deixa um recado: será importante calcular e verificar se o preço praticado após a promoção compensa.

É importante também saber quanto tempo tem o contrato de fidelização, já que, se quiser desistir sem pagar mais nada, terá de alegar razões válidas, como nunca ter obtido a velocidade anunciada.

Em relação ao tráfego ilimitado, a Deco aconselha os clientes a perguntar às operadoras se estas aplicam alguma política de utilização, assim como a negociar com várias operadoras para tentar obter um preço mais acessível.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt/DECO

Senhorios querem lista negra de inquilinos caloteiros

Associação de Proprietários fala em «autêntica praga» e quer «ajudar» potenciais alugadores a não serem enganados.

A Associação Nacional de Proprietários (ANP) quer divulgar uma lista de inquilinos caloteiros. Em comunicado, a ANP avança que vai solicitar o parecer da Comissão de Protecção de Dados para travar a «autêntica praga de rendas de casa não pagas que se abateu sobre os senhorios».

Em documento enviado à Agência Financeira, a associação de Proprietários quer compilar estes dados, à semelhança do que existe em relação aos operadores de telemóveis, bancos – com referência aos cheques sem provisão e prestações de crédito não liquidadas -, às seguradoras, e ao Estado com a publicação na Internet, do nome dos contribuintes faltosos.

Nesta lista «negra», os inquilinos em falta deverão permanecer 5 anos ou até pagarem as rendas em falta. O objectivo da iniciativa passa por «ajudar os potenciais alugadores a não serem abusados na sua boa fé, já que há inquilinos que andam sistematicamente a enganar os senhorios: pagam a caução e o primeiro mês e nunca mais pagam nada. São profissionais de usufruir de tecto a título gratuito!»

Para a associação, o senhorio começa por acreditar na desculpa de dificuldades conjunturais do arrendatário, mas «passados os três meses que a lei impõe antes de ser poder interpor a competente acção de despejo já não restam dúvidas de se estar em presença de um erro de casting: o ocupante da casa é um verdadeira artista que vai ter casa à borla durante os dois anos que, no mínimo, vai demorar o despejo, havendo casos de 3 e mesmo 4 anos de espera, restando dizer que o senhoria vai continuar a pagar I.M.I., taxa de saneamento, seguros e outros encargos além, claro está, das despesas com advogados e tribunais».

Mas os problemas dos proprietários não terminam aqui: «As casas despejadas são normalmente deixadas em estado calamitoso e a necessitar de reparações dispendiosas, chegando os ocupantes a levar torneiras, fios eléctricos e tudo o que for metálico, que é vendido no ferro-velho, além de deteriorarem a loiça sanitária e o equipamento da cozinha».

É uma «autêntica praga», garantem os proprietários, que insistem na autorização para publicação, numa primeira fase com acesso restrito aos associados, da lista dos inquilinos caloteiros que sistematicamente vão arrendando casas e só pagam o primeiro mês».

Rendas em falta são maioritariamente superiores a 400 euros

Segundo a ANP, os dados não mentem: as rendas faltosas são maioritariamente acima de 400 euros mensais (cerca de 86%), havendo poucos casos de incumprimento nas rendas abaixo de 100 euros. Dos contratos com rendas superiores a 500 € feitos nos últimos três anos 29% entraram em incumprimento (cerca de 20.000), metade por situação de desemprego e outra metade por profissionais de viver à borla na casa dos outros.

Na lista dos incumpridores vai constar o local, as datas em que e a quem deixaram de pagar e o total das dívidas, que no seu conjunto representam mais de 36 milhões de euros anuais que deixam de ser cobrados.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Hotéis: Preços especiais para um Natal sem sogros!

Holiday Inn oferece desconto de 25% para estadias entre 23 e 29 de Dezembro.

O Holiday Inn lançou a promoção «preço especial para sogros» em todos os hotéis da cadeia, em Portugal, para ajudar as famílias a eliminar os níveis de stress no Natal, resultantes da chegada dos familiares para passar a quadra natalícia.

Assim, revela o comunicado que, com o «preço especial para sogros» do Holiday Inn, o desconto oferecido é de 25% para estadias entre 23 e 29 de Dezembro.

A nova taxa do Holiday Inn é aplicada a qualquer reserva nos 191 hotéis Holiday Inn e Holiday Inn Express feita entre 24 de Novembro e 9 de Dezembro para estadias entre 23 e 29 de Dezembro, mediante a apresentação do voucher da nova taxa no momento da marcação.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt