Como evitar esquemas que florescem na crise!

Desejo de dinheiro fácil sempre na génese dos casos.

Associação para o Posicionamento Estratégico e Financeiro diz que detectar todas as burlas é impossível, mas há dicas para evitar ser enganado.

Períodos de grande crise financeira são tradicionalmente momentos em que esquemas fraudulentos conseguem captar mais clientes.

A explicação é simples: é neste contexto que a procura por «dinheiro fácil» ganha outra importância devido à subida das despesas e às condições de vida mais difíceis para largas faixas da população.

«Quem é que não sonha ter o dinheiro parado e, mesmo assim, este render muito? Quando há crises aparecem sempre mais esquemas fraudulentos. Toda a gente quer dinheiro fácil», explicou à Agência Financeira o presidente da Associação para o Posicionamento Estratégico e Financeiro (Apefi), João Martins.

Mais recentemente, centenas de pessoas alegam ter sido enganadas por uma empresária, apelidada de «D. Branca da Margem Sul». No entanto, a visada já negou todas as acusações e explicou que se dedica somente à mediação de crédito.

À margem do caso, que segue sob investigação, João Martins explica que os esquemas em pirâmide continuam a ser muito comuns e, muitas vezes, impossíveis de detectar: «Enquanto o dinheiro existir em dinheiro vivo é praticamente impossível ter controlo sobre estes esquemas, que sempre existiram», refere o porta-voz da Apefi.

Há clientes que sabem ao que vão

Mas não se pense que toda a gente que cai em burlas desconhece completamente que está a arriscar o seu dinheiro. João Martins tem conhecimento de casos de «pessoas que sabem perfeitamente que estão a participar em esquemas», mas que avançam devido à vontade em alcançar elevados juros.

«Há as duas situações. Por lado, pessoas que sabem que podem perder o que investem e outras que desconhecem, por exemplo, que quando compram uma casa com juros de 3 por cento, esses 3% são ao ano e não sobre o valor total do imóvel», sustentou.

O coordenador do Portal da Poupança dá mais uma dica: ter atenção aos juros altos: «Quanto mais altos são os juros de uma instituição financeira, maior a necessidade dessa instituição por liquidez. Não é que possuam uma fórmula mágica, mas apenas acreditam que ao atraírem mais clientes devido a juros mais altos, conseguem mais dinheiro que suporte a falta de verbas», refere.

«O último que feche a porta»

Os esquemas em pirâmide apresentam um funcionamento simples e dificilmente sustentável durante muito tempo. Um cliente consegue obter juros muitos elevados se entrarem neste modelo comercial paralelo novas pessoas que, com os seus depósitos, pagarão o retorno prometido ao primeiro.

Tal como se provou no caso Madoff, no momento em que o dinheiro deixa de entrar torna-se insustentável cumprir os pagamentos prometidos e o sistema colapsa. «O esquema é sempre simples. O que é preciso são pessoas para alimentar o esquema, mas os últimos são sempre muito mais do que os primeiros. Ou seja, o último que feche a porta», comenta João Martins.

O responsável recorda que o esquema em pirâmide já arruinou economias do passado, como a da Rússia ou Albânia, onde 30 por cento da população se deixou enredar em esquemas de investimento de «enriquecimento rápido».

Ter o dinheiro à ordem pode render

Perante a inconstância dos tempos actuais, João Martins considera que, ainda assim, o mais rentável para o dinheiro é tê-lo à ordem nos bancos.

«Nunca vivemos uma situação como esta. As coisas estão mesmo mais baratas. O mesmo dinheiro vai valer amanhã mais do que hoje», explica. Por isso mesmo, ainda que parado, ou num depósito a prazo, o dinheiro «já está a render alguma coisa».

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Decisões e Soluções contrata e investe em tempos de crise!

Trabalhar muito e com atitude positiva é um dos conceitos da empresa. Pretende fechar 2009 com 40 novas agências.

«Trabalhar muito, ter uma atitude positiva e encarar as dificuldades como oportunidades» são os coneceitos chave em que a empresa Soluções e Decisões se baseia para contrariar a recessão que o mundo vive actualmente .

Com esta atitude, diz o director-geral da Decisões e Soluções, Paulo Abrantes à Agência Financeira, «os resultados do primeiro semestre têm estado de acordo com os objectivos traçados no início do ano. O volume de negócios da empresa tem vindo a aumentar de uma forma significativa, e somos actualmente a maior rede de consultadoria financeira do país, com cerca de 100 agências e mais de 700 colaboradores a nível nacional».

Note-se que no primeiro semestre, a empresa admitiu mais de 250 colaboradores, inaugurou 14 novas agências e prestou aconselhamento a um valor de crédito de 425 milhões de euros. E é neste caminho que a Decisões e Soluções pretende continuar, uma vez que «temos já prevista a inauguração de 17 novas lojas e pretendemos fechar o ano com pelo menos 40 agências inauguradas em 2009», revelou Paulo Abrantes.

O responsável diz ainda que, este ano, «não é previsível qualquer despedimento, muito pelo contrário, está prevista a contratação de 250 novos colaboradores até ao final do ano».

A estratégia da internacionalização

Quando questionado sobre os mercados externos que despertam mais atenção à empresa, Paulo Abrantes escolhe «o Brasil, onde já estamos presentes com a Decisões e Soluções-Brasil, e Angola. A curto prazo a nossa prioridade será o crescimento da empresa em Portugal, a partir daí iremos reiniciar o processo de internacionalização».

No que toca às metas para 2009, o director geral da empresa adianta que o objectivo é «consolidar a nossa liderança ao nível da consultadoria financeira em Portugal, estar cada vez mais perto dos nossos clientes e da população em geral, e ajudar cada vez mais pessoas a pagar menos pelos seus financiamentos e a viverem um pouco melhor.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Os Mosqueteiros investe 15 milhões e cria 95 empregos!

Com três lojas, serve 122.500 potenciais clientes. 38º mercado do grupo abre em Setúbal.

O Grupo Os Mosqueteiros prossegue o seu plano de expansão. Num investimento de 15 milhões de euros, a insígnia abre agora o 38.º mercado no mercado nacional, em Setúbal, que terá as três lojas do grupo: Intermarché, Bricomarché e Stationmarché.

O novo projecto permite a criação de 95 postos de trabalho.

A loja Intermarché do Mercado de Setúbal tem uma área de 1.921 metros quadrados e emprega cerca de 60 colaboradores. Esta nova loja resultou da deslocalização do Intermarché já existente em Setúbal desde 1992 para o local do novo mercado.

O Bricomarché, por sua vez, tem uma área 1.296 metros quadrados e 17 colaboradores. Já o Stationmarché apresenta um total de 380 metros quadrados e emprega 18 colaboradores.

O novo espaço serve uma população de mais de 122.500 potenciais clientes, residentes no concelho de Setúbal.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

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Crédito habitação: Prestações para todos os gostos!

Algumas opções podem sair mais caras e são desaconselhadas.

Mensalidades constantes, fixas, mistas, crescentes. Pagar menos hoje e mais amanhã, com taxa máxima garantida, carência ou diferimento, tudo é possível.

O que é bom para uns pode não ser para os outros. A grande maioria dos portugueses com crédito à habitação opta pelas prestações constantes, em que o cliente quase só paga juros nos primeiros anos e, à medida que o tempo passa, o peso dos juros diminui e o capital amortizado aumenta. Mas se esta opção não lhe agrada, saiba que tem muitas alternativas.

Sobretudo para quem está em início de vida e tem de esticar os rendimentos, pode ser apetecível encontrar uma solução menos exigente desde o início. Todas têm prós e contras, umas são mais aconselhadas que outras, mas todas têm um denominador comum: é certo e sabido que qualquer folga temporária será, mais cedo ou mais tarde, compensada. Ou porque o empréstimo vai durar mais anos, ou porque vamos pagar mais juros, alerta a DECO na Dinheiros & Direitos de Julho/Agosto.

Prestações fixas ou mistas

Entre as alternativas disponíveis estão, por exemplo, as prestações fixas, que permitem pagar o mesmo todos os meses. O banco ajusta o prazo do empréstimo às flutuações da taxa de juro, alargando o prazo quando os juros sobem e encurtando-o quando a taxa desce. Aqui tem como principal inconveniente o facto de nunca saber ao certo quando termina o prazo do empréstimo.

Se preferir, pode optar pelas prestações mistas, começando com uma prestação baixa, que vai crescendo 0,3% ao ano, durante os primeiros 10, e que fica constante a partir daí. É mais cómodo para quem tem um orçamento pouco folgado no início e conta com mais rendimentos a curto prazo. Esta hipótese, disponível apenas no BPI, sai mais cara que a opção tradicional mas ajuda a não estar sujeito às grandes flutuações das taxas de juro.

Carência e diferimento de capital

A carência de capital é outra das alternativas disponíveis. Aqui a prestação é mais baixa nos primeiros 12, 24 ou 36 meses, em que só paga juros e não amortiza capital. Conte que o empréstimo fica mais caro e que, findo o período de carência, a dívida continua igual ao que era no dia da contratação.

Outra modalidade possível é o diferimento de capital, em que pode adiar o pagamento de uma parte da dívida para o final do prazo, normalmente, 10 a 30%. A prestação é mais baixa, porque paga juros sobre o total da dívida, incluindo a que reservou para o final do prazo, quando terá de desembolsar uma grande quantia de uma só vez para liquidar as contas.

DECO desaconselha

Outra alternativa pouco recomendada é a que acumula a carência de capital com o diferimento. Ela permite pagar apenas juros no início e adiar uma parte da dívida para o final, o que reduz substancialmente as primeiras prestações, mas torna o crédito muito caro e acaba por acumular responsabilidades mais elevadas para o futuro.

Quem quiser pode ainda optar por uma taxa máxima garantida. Esta opção, exclusiva ao BPI, permite acautelar as subidas acentuadas da taxa de juro. O banco garante taxa máxima de 5,7% por três ou cinco anos, mas cobra um prémio de 0,3 ou 0,4%, que é adicionado ao spread. Esta opção é desaconselhada pela DECO para já, porque tendo em conta o cenário existente, é pouco provável que as taxas de juro cheguem aos 5,7% nos próximos anos.

Rendimentos sazonais, prestações também

Quem só tem rendimentos sazonais, pode optar, no BBVA por pagar apenas uma ou duas prestações por ano, em que são agregadas as 12 prestações normais. Também sai ligeiramente mais caro do que um crédito tradicional e exige uma grande capacidade de poupança.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Dicas para ajudar a poupar combustível!

A Associação Portuguesa de Empresas Petrolíferas (APETRO) lançou esta terça-feira em Portugal a campanha «Poupe mais do que combustível», com a qual pretende sensibilizar os portugueses para a necessidade de adoptarem uma condução mais ecológica e mais económica.

A campanha conta com dez dicas, que as petrolíferas dão aos condutores para os ajudar a poupar combustível:

1) Mantenha o veículo bem afinado e verifique o nível de óleo regularmente. Os veículos bem afinados funcionam de forma mais eficiente e ajudam a reduzir as emissões de CO2.

2) Verifique a pressão dos pneus todos os meses. Os pneus com pressão inferior à indicada contribuem para um aumento do consumo de combustível até 4%.

3) Retire carga desnecessária do porta-bagagem e assentos traseiros. Quanto mais pesado estiver o veículo, mais esforço tem o motor de fazer e mais combustível consome.

4) Feche as janelas, especialmente a velocidades mais elevadas, e retire malas de tejadilho vazias. Vai reduzir a resistência ao vento, e o consumo de combustível e as emissões de CO2 podem baixar até 10%.

5) Utilize o ar condicionado apenas quando necessário. A utilização desnecessária aumenta o consumo de combustível e as emissões de CO2 em até 5%.

6) Comece a conduzir após ligar o motor e desligue-o quando estiver parado por mais de um minuto. Os motores modernos estão desenhados para serem mais eficientes quando o veículo começa logo a andar, reduzindo o consumo de combustível.

7) Conduza a velocidades razoáveis e, acima de tudo, conduza suavemente. Sempre que acelera ou trava subitamente, o motor gasta mais combustível e produz mais CO2.

8 ) Ao acelerar, nos veículos de caixa manual, mude de mudança o mais cedo possível. As mudanças mais elevadas são mais económicas em termos de consumo de combustível.

9) Tente antecipar o fluxo de trânsito. Olhe para a frente, o mais longe possível, para evitar paragens e arranques desnecessários.

10) Considere a partilha de automóvel para trabalho ou lazer. Vai ajudar a reduzir os congestionamentos de trânsito e o consumo de combustível.

A iniciativa é da Associação Europeia da Indústria Petrolífera (EUROPIA) e conta com a participação da Comissão Europeia. Em Portugal 1.117 postos de abastecimento participam da campanha (da Galp, Repsol, BP, Cepsa e Total), mas no total serão 29 países os participantes, abrangendo 45 mil postos.

«Trata-se, no fundo, de um apelo ao bom senso na condução», explicou o secretário-geral da APETRO, José Horta, em conferência de imprensa.

Contas feitas pelos promotores da campanha mostram que a utilização destas regras de condução podem permitir uma poupança anual, para 25 mil km, de 875 euros.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Centenas de portugueses enganados em novo esquema financeiro!

O Ministério Público está a investigar um caso de fraude no qual uma empresa fictícia prometia lucros de 1% ao dia, avança o Jornal “I”.

Estima-se que tenham sido enganados mais de 200 portugueses, que investiram montantes superiores a um milhão de euros.

Uma empresa com morada fictícia na Suíça prometia juros de 36% ao mês e comissões por cada investidor angariado. Dez mil euros poderiam converter-se em 640 mil no espaço de um ano. Em poucos meses, a empresa que operava através da internet desapareceu e estima-se que tenham sido enganados mais de 200 portugueses, que investiram montantes superiores a um milhão de euros, avança o “i” na edição de hoje.

O nome era credível, a empresa não: o Forex existe há décadas e há vários bancos a operarem neste mercado.

O Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e a Polícia Judiciária estão a investigar o caso, mas entretanto as queixas continuam a surgir. Não se conhece ainda a real dimensão da enorme burla. “Os pormenores do negócio passavam sempre de amigo para amigo. E a gente ia na onda”, resume em poucas palavras F. N., empresária lesada em 26 mil euros.

Fonte: negocios.pt

Saldos com nome de «promoções»

Clientes-mistério encontraram descontos mal assinalados e pouca informação sobre meios de pagamento e trocas.

A DECO visitou de forma anónima 70 estabelecimentos em Lisboa e 50 no Porto antes e durante o período de saldos de Inverno e encontrou descontos mal assinalados e pouca informação sobre meios de pagamento e trocas. Foram detectadas também nove lojas com redução de preços durante três ou quatro meses sem interrupção. Na sequência deste estudo a DECO volta a defender a liberalização da data dos saldos.

A associação do consumidor constatou também que os comerciantes tendem a antecipar as vendas com redução de preços utilizando outras palavras que não saldos, por forma a contornar a lei. «Reduções», «promoções», «descontos» e «especial Natal» foram algumas das expressões utilizadas nas montras de 30 das lojas visitadas. Ainda assim, na prática, 46 vendiam produtos com desconto, mas isso só estava anunciado no interior da loja.

Em seis locais a DECO teve dificuldade em distinguir o que estava em promoção e o que não estava, o que é ilegal, e em dez lojas foram detectadas falhas na marcação. A DECO sublinha que para o consumidor saber quanto poupa, a marcação do preço deve ser feita por referência ao valor anterior. Por exemplo, indicando na etiqueta o preço antigo e o novo ou então colocando a percentagem de desconto aplicada.

Em plena época de saldos, a DECO encontrou falhas na indicação dos preços com desconto em 17 lojas, mas, ao contrário do que tinha acontecido antes dos saldos, neste período a separação de artigos com desconto e da nova colecção estava bem feita. Também em apenas uma loja as peças com defeito não estavam devidamente assinaladas.

Quanto às trocas em tempo de saldos, todas as lojas visitadas permitiam a troca, apesar de não serem obrigadas por lei, mas 12 lojas diminuiam o prazo, algo que, segundo a DECO, deve estar devidamente assinalado.

Alguns conselhos

A DECO deixa alguns conselhos aos consumidores:

Sse não respeitarem os seus direitos, apresente queixa no livro de reclamações ou recorra à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE); Exija e guarde o recibo com o preço e a discriminação dos artigos comprados que é útil para pedir a troca ou reembolso de produtos com defeito.

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt/DECO

Crise: Algumas lojas já têm promoções «agressivas»

Baixa de preços pode chegar aos 70%!

Colombo e CascaiShoping são exemplos de grandes superfícies que já têm lojas a baixar preços.

A diminuição das receitas está a obrigar grande parte das lojas de centros comerciais da grande Lisboa a avançar para promoções «agressivas» quando ainda faltam várias semanas para o início da época oficial de saldos, refere a agência Lusa.

Por exemplo, nos centros comerciais Colombo e CascaiShopping, as grandes cadeias de lojas de mobiliário, brinquedos, decoração, malas e acessórios, mas sobretudo de vestuário apresentam uma baixa de preços que chegam até aos 70 por cento, em alguns casos.

O presidente da União das Associações do Comércio e Serviços, Vasco de Mello, disse à Lusa que não o surpreende haver promoções com percentagens tão elevadas.

Por seu lado, a Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) desvalorizou esta quinta-feira a época oficial de saldos, defendendo que a fixação dos preços dos produtos deveria ser uma «ferramenta diária» dos comerciantes.

«Na realidade não vemos qualquer vantagem na existência de uma lei que regulamente as datas em que os empresários podem gerir com total liberdade uma das variáveis fundamentais do seu negócio», disse à Lusa o presidente da APED, Luís Vicente Dias, acrescentando ainda que «no século XXI deixou de fazer sentido este tipo de intervencionismo».

Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

Tenha muito cuidado antes de comprar!

Ler contratos com muita atenção é uma das muitas regras de ouro que devem ser seguidas.

Antes de adquirir qualquer produto ou contratar qualquer serviço tenha muita atenção. O alerta é feito pela Associação de Defesa do Consumidor (Deco) que fala em vendas agressivas «que levam o consumidor a comprar ou a aderir produtos e serviços que, em condições normais, provavelmente rejeitaria».

A associação diz, no entanto, que graças à lei das práticas comerciais, em vigor desde Abril deste ano, é possível anular o contrato com prazos mais dilatados.

Comprar cursos de inglês, pagar para trabalhar, avançar com dinheiro antes de receber o produto ou serviço são algumas das muitas queixas que chegam à Deco.

Para evitar possíveis enganos, a associação deixa alguns conselhos aos consumidores: «por muito difícil que seja, não compre produtos ou serviços quando se sentir pressionado a fazê-lo. Se, mesmo assim, aceitar e depois quiser desistir, pode fazê-lo até 14 dias, a partir da recepção do produto ou início da prestação do serviço. Se tiver provas de que houve coação, tem um ano para pedir a anulação do contrato».

Ler contrato com atenção!

Ler o contrato com muita atenção é sempre uma regra de ouro que deve seguir. «Dê particular atenção às letras pequenas, que podem conter informação importante. Se tiver dúvidas tente esclarecê-las. Se não ficar satisfeito peça uma cópia do contrato para levar e recorra ao serviço de apoio ao consumidor».

A entidade diz ainda para guardar um duplicado dos documentos. «Se resolver desistir, pode pedir a anulação do contrato nos 14 dias seguintes à assinatura ou entrega do produto. Para tal, envie uma carta registada com aviso de recepção para a morada indicada no documento. Ao fazê-lo põe termo a um eventual contrato de crédito associado», esclarece.

A Deco lembra ainda alguns casos de fraude mais frequentes: exigirem um montante para iniciarem uma actividade – se isso acontecer deve ser apresentada queixa à polícia e alertar a Autoridade para as Condições do Trabalho; assim como queixas de concursos dissimuladas, burlas na compra de carros pela Internet, entre outros.

Sente-se vítima de fraude? Saiba o que fazer:

Deverá guardar todos os documentos relativos a este processo.

Há determinado tipo de passos que deve seguir à risca se achar que foi vítima de uma fraude ou burla, principalmente ao nível de cartões de débito e de crédito.

Já sabe que quanto mais rapidamente contactar as autoridades competentes, maior a probabilidade de minimizar os danos que um burlão poderá fazer contra a sua identidade, crédito e conta bancária.

Por um lado, deve fechar todas as contas que possam ter sido afectadas. É sempre aconselhável que fique com uma carta para que a denúncia fique registada. Deverá ainda alterar todas as palavras-passe das suas contas online.

Ao mesmo tempo, não se deve esquecer de contactar as autoridades competentes. Deverá obter uma cópia da queixa apresentada para notificar o seu banco, empresas de cartão de crédito e outros credores que está a ser vítima de um crime e não está a abusar do crédito.

Desta forma, guardar todos os documentos relativos a este processo é uma das palavras de ordem a seguir. Como tal, deve guardar sempre cópias dos documentos, incluindo mensagens de correio electrónico, correspondência escrita e gravações de chamadas telefónicas.

 Fonte: agenciafinanceira.iol.pt

AKI investe 2 milhões nas Caldas da Rainha e cria 44 empregos

Loja funciona todos os dias, incluindo aos feriados.

As Caldas da Rainha é a próxima cidade a receber uma loja AKI. A nova unidade abre ao público, hoje, dia 25 de Junho e permitirá a criação de 44 novos postos de trabalho, refere o comunicado.

A loja AKI nas Caldas da Rainha, com 3.619 metros quadrados, representa um investimento de dois milhões de euros da marca.

A nova loja vai funcionar de Segunda-feira a Sábado das 09h00 às 23h00 e Domingos e Feriados das 09h00 às 13h00.

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Morada: City Park Caldas da Rainha – Av. Infante Dom Henrique, 2500-918 Caldas da Rainha
Coordenandas GPS: N 39º 24′ 50” – O 9º 8′ 44”

City Park Caldas da Rainha
Av. Infante Dom Henrique
2500-918 Caldas da Rainha
GPS: N 39º 24′ 50” - O 9º 8′ 44”